domingo, 7 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
EU NO MUNDO DA TECNOLOGIA
edurmueller@hotmail.com
Mueller, Eduardo Ribeiro
Partindo do princípio conceitual de tecnologia que, segundo Houaiss (2004) é: “1 – conjunto dos conhecimentos científicos, dos processos e métodos usados na criação e utilização de bens e serviços; e 2 – técnica ou um conjunto de técnicas de um domínio particular”, pressuponho que qualquer ser humano já inicie sua vida nesse mundo, hoje, usufruindo de tecnologias. É obvio que me refiro especificamente à utilização de bens e serviços, pois entendo que, considerando apenas essa variável, tudo aquilo que nos serve como objeto é tecnológico, não excluindo desse grupo as fraldas descartáveis ou o talquinho contra assadura.
Acredito não ser necessário criar aqui um cerco epistemológico de fatos que comprovem o uso de tecnologias em minha vida. Entendo que o proposto pela atividade que aqui respondo busca uma expressão de mim, de forma bem mais específica, acerca da relação que venho estabelecendo com as tecnologias num caráter mais atual, dentro do processo de revolução das telecomunicações, protagonizado ao mundo com a invenção da Web e acesso das pessoas à Internet. Pois bem! Conheci um computador aos 16 anos de idade – lá se vão 17 anos do fato – numa repartição pública em Belo Horizonte chamada DATAPREV (uma espécie de CPD do INSS mineiro); neste mesmo ano aprendi a operar em MS-DOS (criando arquivos e diretórios e salvando-os em disquete) e aprendi também algumas técnicas de utilização do editor de texto do Windows da época. De lá para cá eu não parei mais de aprender, pois sempre tinha oportunidade de acesso na casa de amigos ou em locais de trabalho. Além do computador, outras coisas me chamavam atenção na época: migrei do walk man para o disk man assim que ele foi lançado no mercado; fui uma das primeiras pessoas ao meu entorno que migrou do disco de vinil para o CD em termos de aparelho eletro eletrônico; dominei muito bem as velhas máquinas datilográficas e tive meu primeiro carro, e-mail e celular em 1997, aos 22 anos. É obvio que nenhum desses fatos me fazia um consumidor de tecnologias; eu apenas investia naquilo que gostava como, por exemplo, em músicas. Na faculdade de Engenharia, só não aprendi a programar em Delphi porque meu inglês era muito fraco – e ainda é até hoje.
Com a minha vinda para Mato Grosso em 2001, num momento crítico de minha vida, já não era tão necessária a atualização tecnológica que a capital mineira me impunha. Minha relação com o consumo de aparatos tecnológicos teve forte queda devido a um reinício de vida conturbado, com mudança de postura alicerçada por uma expressiva troca de valores, influenciada por idéias socialistas e ambientalistas. Desde esse momento, fui sucumbido ao interesse de aprender, sobretudo a respeito de softwares, me tornando quase um analfabeto digital na emergente sociedade do conhecimento.
Hoje, como educador progressista e transformador, estou aos poucos voltando a participar de formações de relevância tecnológico-educativa; mesmo assim, não tenho ainda interesses em conhecimentos e aparatos além dos necessários a uma boa atuação profissional.
REFERÊNCIAS:
HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
edurmueller@hotmail.com
Mueller, Eduardo Ribeiro
Partindo do princípio conceitual de tecnologia que, segundo Houaiss (2004) é: “1 – conjunto dos conhecimentos científicos, dos processos e métodos usados na criação e utilização de bens e serviços; e 2 – técnica ou um conjunto de técnicas de um domínio particular”, pressuponho que qualquer ser humano já inicie sua vida nesse mundo, hoje, usufruindo de tecnologias. É obvio que me refiro especificamente à utilização de bens e serviços, pois entendo que, considerando apenas essa variável, tudo aquilo que nos serve como objeto é tecnológico, não excluindo desse grupo as fraldas descartáveis ou o talquinho contra assadura.
Acredito não ser necessário criar aqui um cerco epistemológico de fatos que comprovem o uso de tecnologias em minha vida. Entendo que o proposto pela atividade que aqui respondo busca uma expressão de mim, de forma bem mais específica, acerca da relação que venho estabelecendo com as tecnologias num caráter mais atual, dentro do processo de revolução das telecomunicações, protagonizado ao mundo com a invenção da Web e acesso das pessoas à Internet. Pois bem! Conheci um computador aos 16 anos de idade – lá se vão 17 anos do fato – numa repartição pública em Belo Horizonte chamada DATAPREV (uma espécie de CPD do INSS mineiro); neste mesmo ano aprendi a operar em MS-DOS (criando arquivos e diretórios e salvando-os em disquete) e aprendi também algumas técnicas de utilização do editor de texto do Windows da época. De lá para cá eu não parei mais de aprender, pois sempre tinha oportunidade de acesso na casa de amigos ou em locais de trabalho. Além do computador, outras coisas me chamavam atenção na época: migrei do walk man para o disk man assim que ele foi lançado no mercado; fui uma das primeiras pessoas ao meu entorno que migrou do disco de vinil para o CD em termos de aparelho eletro eletrônico; dominei muito bem as velhas máquinas datilográficas e tive meu primeiro carro, e-mail e celular em 1997, aos 22 anos. É obvio que nenhum desses fatos me fazia um consumidor de tecnologias; eu apenas investia naquilo que gostava como, por exemplo, em músicas. Na faculdade de Engenharia, só não aprendi a programar em Delphi porque meu inglês era muito fraco – e ainda é até hoje.
Com a minha vinda para Mato Grosso em 2001, num momento crítico de minha vida, já não era tão necessária a atualização tecnológica que a capital mineira me impunha. Minha relação com o consumo de aparatos tecnológicos teve forte queda devido a um reinício de vida conturbado, com mudança de postura alicerçada por uma expressiva troca de valores, influenciada por idéias socialistas e ambientalistas. Desde esse momento, fui sucumbido ao interesse de aprender, sobretudo a respeito de softwares, me tornando quase um analfabeto digital na emergente sociedade do conhecimento.
Hoje, como educador progressista e transformador, estou aos poucos voltando a participar de formações de relevância tecnológico-educativa; mesmo assim, não tenho ainda interesses em conhecimentos e aparatos além dos necessários a uma boa atuação profissional.
REFERÊNCIAS:
HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
Assinar:
Postagens (Atom)
